Como funciona a placa do Mercosul?

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O novo sistema permitirá maior número de combinações e, dentre as principais características, destaca-se o custo. O valor da nova placa será bem mais barato.

Depois de muitos percalços na adaptação ao projeto, as novas placas do Mercosul finalmente começaram a ser usadas no Brasil.

 

Muitos motoristas ainda não entendem do que se tratam as mudanças e se seus carros devem ou não utilizar o novo modelo. Por conta disso, a gente resolveu fazer um resumo sobre tudo que já se sabe e/ou foi divulgado, para que você entenda como isso afeta seu bolso – e sua vida.

 

A troca não é obrigatória (ainda)

(Denatran RJ/Divulgação)

 

Atualmente, os únicos veículos que devem adotar a nova placa são:

  • Carros novos;
  • Veículos que passaram por transferência de proprietário;
  • Veículos que passaram por mudança de município;
  • Veículos que trocaram de categoria (carro transporte de carga que vira carro de passeio, por exemplo);
  • Veículos cuja placa atual não foi aprovada em vistoria e/ou está ilegível ou danificada.

 

O novo sistema foi implantado no Rio de Janeiro e, quem quiser fazer a troca de forma voluntária, já consegue fazê-la. Porém, não são todos os estados que já o fazem. Confira abaixo a lista dos estados que já aderiram à nova placa:

  • Amazonas;
  • Rio Grande do Sul;
  • Espírito Santo;
  • Paraná ;
  • Rio Grande do Norte.

Ao contrário do que dizem as fake news, as novas placas não custarão mais caro! No Rio de Janeiro, o primeiro estado que adotou o novo padrão, o custo da nova placa caiu de R$ 193,84 para carros e R$ 64,61 para motocicletas, contra R$ 219,35 e R$ 90,12, respectivamente, no sistema anterior.

Um dos motivos para a diferença está no fato de que o novo sistema não exige o lacre da placa traseira (que no Rio custava R$ 25,51). Por conta disso, o valor deixou de ser cobrado.

Ainda não se sabe se a queda no valor se aplicará em todas as regiões, isso porque os Detran de cada estado têm autonomia para estabelecer sua própria política de preços.

Como serão as novas sequências de algarismos?

A flexibilidade do código alfanumérico permitirá à placa do Mercosul oferecer mais de 450 milhões de combinações. No sistema antigo, ainda vigente em alguns Estados, o teto de combinações era de 175 milhões.

No novo modelo, o quarto algarismo sofre alteração (placas de carros). De número, ele passa a ser letra. Sendo assim, no lugar de LLL-NNNN, o novo modelo é de LLLNLNN (em que L está para Letra e N está para Número).

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